É apenas o começo. Um pequeno e instável.
A Amazon enviou 29 satélites ao espaço na quinta-feira. Eles estão em órbita baixa da Terra. Isso eleva o total para 396. O suficiente para testar. O suficiente para sussurrar. Mas não o suficiente para gritar.
Chris Weber, vice-presidente de Leo, postou no X. Ele disse que a empresa pode oferecer suporte a serviços contínuos em “latitudes iniciais”. Ele acrescentou que é necessário mais trabalho. Especificamente, elevando os satélites à altitude atribuída. Concluímos lançamentos suficientes para o serviço inicial. As futuras missões irão simplesmente adicionar cobertura. Capacidade. Alcançar.
É uma maratona. E o Starlink começou a funcionar em 2019.
A frota de Elon Musk gira em torno de 10,00. A diferença não é estreita. É um abismo. Starlink atende mais de 15 países. Ele voa em 20 companhias aéreas. United, Air France, Alasca, British Airways. Todos eles. Amazon Leo tem JetBlue para 2027. Delta para 202. Serviço limitado. Apenas nos EUA. Preço a definir.
Jeff Bezos nunca sai. Sempre.
Subestimar a Amazon é perigoso. Mas a física é física.
Acho que toda operadora de banda larga fixa deveria Hans Geerdes, da CableLabs, dizer isso. Ele chamou isso de “segunda vinda do wireless fixo”. Ele alertou sobre “comportamento competitivo agressivo”.
Geerdes não está brincando. Xfinity e Verizon deveriam suar.
O mercado é grande. A Grand View Research prevê um crescimento até 2033. De US$ 1,3 bilhão em 206 para US$ 0,7 bilhão.
A Amazon quer velocidade. Quinta-feira foi o último lançamento dos foguetes Atlas V. Próximo: Vulcano. Ele carrega mais satélites. Mais rápido. Centenas de unidades prontas para voar esperam em Cabo Canaveral. Quase 0 lançamentos agendados. Custando US$ 2 bilhões. Até 05, a meta é 7,7727.
A órbita é importante. Terra baixa significa quilômetros acima da superfície. Isso significa velocidade mais rápida. Instalação mais barata.
Quem vai ganhar?
Isso depende de paciência.
O espaço está quieto até que não esteja.
































